A economia brasileira conta com estímulos ao consumo devido às melhores condições no crédito, como a redução das taxas de juros. Este é um momento oportuno para que o comércio aproveite para ampliar suas vendas. Segundo indicador da Serasa Experian, aumentou em 5,8% o movimento de consumidores nas lojas em todo o país no primeiro bimestre de 2012, em relação ao mesmo período do ano passado.
Cuidados simples podem ajudar uma empresa a reduzir o risco de ser vítima de fraudes. Para os especialistas da Serasa Experian, o primeiro passo é prestar muita atenção no documento de identificação. Uma simples conferência da foto do documento com a pessoa que se apresenta na loja e a verificação da consistência dos dados informados já aumentam consideravelmente as chances de evitar prejuízos.
Os especialistas orientam ainda que as micro e pequenas empresas, principalmente, redobrem essa atenção, pois muitas vezes, por não investirem em recursos básicos e acessíveis de prevenção, podem acabar sendo alvos preferenciais de golpistas.
Confira 5 dicas para evitar golpes antes de realizar uma venda a prazo:
1ª – Peça sempre dois documentos originais como RG, CPF e Carteira de Habilitação;
2ª – Procure confirmar se as informações fornecidas pelo cliente são verdadeiras, analisando atenciosamente se o nome apresentado nos documentos é o mesmo que consta no comprovante de residência;
3ª – Solicite ao cliente o número do telefone residencial e faça a checagem dos dados naquele instante;
4ª – Consulte alguma ferramenta de prevenção a fraudes disponível no mercado.
5ª – Se ainda assim o comerciante não se sentir seguro com a venda, peça que uma parte ou todo o pagamento seja feito à vista.
Consumidor pode cadastrar documentos roubados em serviço gratuito
Ter um documento roubado, perdido, extraviado ou clonado dobra a chance do consumidor ser vítima de fraude. Quem for vítima de roubo ou perder seus documentos, além de fazer o Boletim de Ocorrência, pode registrar um alerta na Serasa Experian, cadastrando de maneira prática e segura as informações de cheques e documentos como identidade, carteira de trabalho, CPF, carteira de habilitação e título de eleitor.
Para fazer o cadastramento basta acessar o link www.serasaexperian.com.br/servicosaoconsumidor/cadastrar_documentos.htm. Após a realização do cadastro, a informação é disponibilizada provisoriamente por um período de dez dias. Para que permaneça por tempo indeterminado, o consumidor precisa enviar dentro desse prazo o boletim de ocorrência e uma declaração formal à Serasa Experian. Essas medidas podem evitar que seus documentos sejam usados em golpes futuros.
A partir da inclusão dos dados, de imediato as informações ficam disponíveis em todo o território brasileiro e só deixam o banco de dados da Serasa Experian após o pedido do consumidor. Já no caso dos cheques, as informações ficam na base de dados por três dias, tempo para o correntista avisar o banco, fazer o boletim de ocorrência e sustar os cheques.

Preocupado com o ritmo dos investimentos em 2012, o governo quer dar um novo gás ao programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”. A avaliação da equipe econômica e do setor privado é a de que o programa não deslanchou tanto quanto o desejado. Uma das frentes em discussão é a ampliação da oferta de capital de giro para as construtoras.
Embora o governo tenha concedido redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para vários itens de material de construção, os preços desses produtos subiram e elevaram o custo da habitação popular. O problema foi agravado com o aumento dos preços dos terrenos em todas as capitais brasileiras. Com isso, aumentou a dificuldade de enquadramento dos preços finais da obra para as faixas já predeterminadas no programa. “A Caixa está trabalhando pesado para encontrar uma alternativa”, disse uma fonte do governo.
O governo sabe que não tem como controlar o preço dos terrenos, mas tenta encontrar uma solução para contornar em parte o aumento dos preços de materiais de construção. A maior preocupação é com as linhas de financiamento voltadas para famílias com renda até três salários mínimos porque são onde há subsídio pesado do Tesouro Nacional e o maior impacto social. Além disso, o governo teme que as metas do programa fiquem prejudicadas e que acabem atrapalhando o impulso prometido para os investimentos.
O Minha Casa, Minha Vida foi responsável pela expansão dos investimentos incluídos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no ano passado, enquanto que os gastos em outras áreas patinaram. Tanto que, a partir deste ano, o Tesouro passou a contabilizar os custos com o programa habitacional como investimentos, e não mais como gastos com subsídios (custeio).
Fonte: O Estadão (14/3/2012, Célia Froufe e Renata Veríssimo)
Nesta quarta-feira, dia 14 de março, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ), realizará mais uma edição do projeto Creci Cultural na cidade de Cabo Frio. Com entrada franca, o evento acontece na Ferlagos – Faculdade da Região dos Lagos (Av. Professora Julia Kubitschek, Cabo Frio – RJ), com início às 16h.
Na programação, o advogado e corretor de imóveis, Paulo Roberto Xavier (facilitador do Secovi Rio), ministrará a palestra “Desmistificando as Certidões para Lavratura de Escritura Compra e Venda de Imóveis”. As inscrições para o Creci Cultural podem ser feitas até o dia 13/3, por meio do portal www.creci-rj.gov.br (link Agenda do Creci/Eventos).
Empreendimentos construídos pelo programa de habitação popular “Minha Casa, Minha Vida” estão chegando a áreas consideradas nobres e recebendo infraestrutura de lazer. É o caso do Minha Praia, na Barra da Tijuca, e o Reserva da Praia, em Vargem Pequena.
As unidades são vendidas na planta e, nas regiões metropolitanas, não podem custar mais que R$ 170 mil, de acordo com a regra do governo federal. Por isso, a expectativa é de que, quando ficarem prontas, valerão muito mais do que o que foi investido.
O Villaggio Pedra de Guaratiba é exemplo de empreendimento pelo programa habitacional destinado à população de baixa renda que deverá atrair interessados por causa de sua localização e do preço bem abaixo do mercado. Cada uma das 114 casas dúplex, em Pedra de Guaratiba, será vendida inicialmente por R$ 99.990.
Além disso, os compradores vão ganhar os armários da cozinha. As casas terão dois quartos, área de serviço, jardim privativo e uma vaga de garagem. O condomínio vai oferecer lazer com piscina, churrasqueira e playground.
Com a duplicação da Avenida das Américas e com o túnel da Grota Funda, o empreendimento estará a 15 minutos do Recreio dos Bandeirantes. A previsão de valorização da casa é de até 70%.
Fonte: O Dia online (Cristiane Campos)
No Brasil, estima-se que o uso de sacola plástica seja 41 milhões por dia, 1,25 bilhão por mês e 15 bilhões por ano. Mas os consumidores brasileiros representam apenas uma parte do uso mundial do produto. Dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) indicam que, no mundo, são distribuídas de 500 bilhões a 1 trilhão de sacolas plásticas por ano. Dar uma destinação adequada a essas sacolas e incentivar o uso das chamadas ecobags tem sido prioridade em muitos países.
Na Irlanda, por exemplo, as sacolas plásticas foram vendidas, inicialmente, 0,15 centavos de euro por sacola. Com isso, houve a redução de 94% no consumo individual. Antes de 2002, quando a lei foi instituída, cada consumidor usava 300 sacolas por ano. Agora, o número é de 21 sacolas anuais. Hoje, o preço da sacola é 0,22 centavos de euro. O comércio oferece sacolas retornáveis.
Já na Inglaterra, as sete maiores redes atacadistas assinaram acordo voluntário com o governo para reduzir à metade o consumo de sacolas plásticas até 2009. Para atingir a meta, houve investimento em ações de educação e conscientização dos consumidores, além da adoção de programas de fidelidade e campanhas de reciclagem.
Os Estados Unidos e o Canadá não têm leis nacionais regulando o uso de sacolas. Nesses países, cabe a cada estado adotar sua norma. Em Washington, capital norte-americana, há a cobrança de US$ 0,05 para cada sacola plástica ou de papel usada no comércio.
Em Toronto, no Canadá, desde 2009 os comerciantes cobram US$ 0,05 por sacola plástica. O governo local incentiva que o dinheiro arrecadado seja usado na própria comunidade ou em iniciativas ambientais.

O Governo do Estado entregou no sábado, dia 10/3, 430 títulos de propriedade de terras aos moradores da comunidade Santa Edwiges, em Anchieta, na Zona Norte do Rio. Os documentos garantem concessão de uso de suas habitações por 99 anos, renováveis por igual período. O secretário de Habitação, Rafael Picciani, e a presidente do Instituto de Terras e Cartografia do Estado do Rio (Iterj), Mayumi Sone, participaram do evento.
O processo de regularização fundiária naquela região está na segunda etapa. No ano passado, outros 450 títulos foram distribuídos aos moradores de Parque Esperança, em Ricardo de Albuquerque, vizinho à Anchieta. “A Secretaria de Estado de Habitação e o Iterj trabalham incansavelmente para corrigir um problema que se arrasta por décadas: a informalidade fundiária. Nossa missão é garantir o direito de propriedade em áreas sociais e de interesse coletivo, e estamos cumprindo esse objetivo”, observou o secretário.
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que serve como referência para reajustes em alguns contratos de aluguel, subiu e ficou em 0,23% na primeira prévia de março. Um mês antes, o indicador havia registrado -0,1%. De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, dia 9/3, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M acumula alta de 0,42% no ano e de 3,03% no período dos últimos 12 meses.
O resultado foi influenciado pela elevação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que passou de uma queda de 0,36% no mês anterior para alta de 0,21% neste levantamento. Contribuíram para esse movimento os alimentos processados, que diminuíram o ritmo de queda ao passar de -2,49% para -0,84%, e os materiais e componentes para a construção (de -0,43% para 0,92%). Também ficaram mais caros, no estágio das matérias-primas brutas, as aves (de -7,33% para 3,9%) e a soja em grão (de -0,28% para 2,23%).
Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) diminuiu e passou de 0,95% para 0,33%, influenciado pelo custo da mão de obra, que passou de 1,48% para 0,03%. Por outro lado, os materiais, equipamentos e serviços subiram de 0,42% para 0,64%.

A presidenta Dilma Rousseff anunciou em 8/3, Dia Internacional da Mulher, uma mudança nas regras de propriedade do Programa Minha Casa, Minha Vida para garantir que as mulheres fiquem com os imóveis em caso de separação. A partir de agora, se houver divórcio ou dissolução de união civil estável, o imóvel ficará, necessariamente, em nome da mulher.
A regra valerá para famílias com renda mensal de até três salários mínimos, inscritas no programa. Nessa faixa de renda, o subsídio do governo para a compra do imóvel chega a 95% do valor. A única exceção será quando o pai tiver a guarda exclusiva dos filhos. Neste caso, o marido ficará com o imóvel após a separação.
Segundo o porta-voz da Presidência, Thomas Traumann, a mudança segue a mesma lógica de outros programas do governo, como o Bolsa Família, de privilegiar as chefes de família como beneficiárias. A mudança será editada por meio de medida provisória, que será publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da União.
Após reunião na Sede do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos, na Barra da Tijuca, na manhã do dia 7/3, durante visita dos membros do Comitê Olímpico Internacional, o prefeito Eduardo Paes anunciou a criação do Bairro Carioca Olímpico como um plano de contingência para o caso de a rede hoteleira da Barra não atender a demanda de quartos estabelecida pelo COI.
“Em três meses o número de projetos para a construção de novos hotéis só aqui na Barra aumentou muito e continuamos recebendo mais propostas, que estão sendo analisadas. Mas fizemos questão de apresentar opções dentro do pior cenário possível, que seria o de não termos quarto de hotéis suficientes nessa região. Para essa situação, temos uma reserva técnica que seria o empreendimento habitacional que já vamos construir, em um terreno no Anil, para ser vendido aos servidores municipais em forma de financiamento. Usaríamos estes apartamentos para a família olímpica durante os Jogos”, afirmou Paes.
O empreendimento, chamado de Bairro Carioca, será instalado no terreno da antiga fábrica da Antártica, a cerca de cinco quilômetros do Parque Olímpico. A decisão se ele será ou não transformado em Bairro Carioca Olímpico só será tomada no ano que vem, segundo o prefeito.
A Federação do Comércio do Rio (Fecomércio–RJ) elogiou a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de reduzir a taxa básica de juros (Selic). O BC baixou a taxa de 10,5% para 9,75% ao ano, uma redução de 0,75 ponto percentual.
Para o presidente da Fecomércio-RJ, Orlando Diniz, “um dia depois de tomarmos ciência do grau de desaceleração da economia brasileira, não poderíamos receber outra decisão do BC. Se já era um resultado esperado, depois da divulgação do PIB [Produto Interno Bruto] desta terça-feira, o corte firme nos juros tornou-se ainda mais premente. Vivemos hoje um ambiente marcado por inflação em queda, cortes no Orçamento federal, desaquecimento de importantes economias no front internacional, crescimento doméstico acima de seu potencial, investimentos em vias de maturação e diferencial de juros como atrativo ao capital especulativo”.
Segundo Diniz, a redução acelerada dos juros é condição essencial para “ampliarmos nossa capacidade de crescer sem gerar inflação, por meio dos impulsos aos investimentos, do maior fôlego às contas públicas e pela atração de recursos internacionais voltados à economia real”.