A oitava edição do feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal acabou (no dia 6/5) com grande interesse das pessoas pelas novas taxas de juros nos financiamentos em Brasília, Rio, Belo Horizonte, Recife e Salvador. Considerando todas essas cidades, os números de visitantes e de negócios já encaminhados superaram os do ano passado.
Segundo o último balanço divulgado pela Caixa, na segunda-feira 7/5, foram movimentados R$ 4,63 bilhões em contratos já fechados ou apenas com pendências de documentos. Durante os três dias do evento, 200.743 pessoas passaram pelo feirão nas cinco cidades, e foram assinados e encaminhados 30.925 contratos. Só no Rio de Janeiro, os negócios fechados somaram R$ 1,038 bilhão.
As linhas de financiamento para a casa própria da Caixa Econômica Federal têm prazo de pagamento até 30 anos. Os juros podem variar de 4,6% até 9% ao ano. O financiamento pode ser até 100% do valor do imóvel. Para hoje, a expectativa dos organizadores do feirão no Rio é de receber cerca de 25 mil pessoas. Na capital fluminense, são oferecidos imóveis cujos valores variam de R$ 75 mil a R$ 5 milhões, mas a média de preços é R$ 150 mil.
As próximas etapas do feirão serão de 18 e 20 de maio, em Curitiba, Fortaleza e São Paulo, depois, de 25 a 27, nas cidades de Uberlândia (Minas Gerais), Campinas (São Paulo) e Porto Alegre. No próximo mês, o evento ocorrerá de 8 a 10 de junho em Belém e Florianópolis.
Os interessados podem obter informações em todas as agências da Caixa por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente, cujo telefone é 0800 726 0101, disponível 24 horas por dia, e também no site www.feirao.caixa.gov.br.

O Ministério da Fazenda confirmou que o governo estuda regras que facilitem a portabilidade do crédito imobiliário. A área técnica do governo está finalizando os estudos, mas não foi divulgada uma data para o anúncio das medidas com os ajustes na portabilidade. A alteração facilitaria a transferência de crédito imobiliário de um banco para outro que oferecesse mais vantagens para o mutuário. A portabilidade, segundo o Ministério da Fazenda, está em vigor desde setembro de 2006.
O assunto passou a ser destaque depois de o governo anunciar a nova regra para a caderneta de poupança, no último dia 3. A mudança estabeleceu alteração na remuneração da aplicação quando a taxa básica de juros, a Selic, estiver em 8,5% ao ano ou menor do que esse patamar. Nesse caso, o rendimento passa a ser 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR). Atualmente, a Selic está em 9% ao ano. Assim, a remuneração continua sendo 0,5% ao mês mais a TR.
Para tentar esclarecer os poupadores, foi publicada uma lista com perguntas e respostas no site do ministério, incluindo as questões sobre o crédito imobiliário. O ministério procura esclarecer que “não há vinculação direta entre a alteração na remuneração dos novos depósitos de poupança e a redução nas taxas de juros dos financiamentos habitacionais já existentes, até porque estes são instrumentos juridicamente perfeitos que devem ser respeitados”.
Por outro lado, o argumento do Ministério da Fazenda é que a redução nas taxas de juros da economia terminará incentivando os bancos a financiarem imóveis a taxas menores do que as dos contratos já firmados e, diante desse quadro, os mutuários devem exercem o direito de portabilidade. Como o governo anunciou a mudança no cálculo da poupança justamente para abrir caminho para uma eventual queda nos juros, os contratos antigos passarão a ser menos vantajosos à medida que as taxas ficarem menores.
O Carioca Shopping promove até o próximo dia 14/5 a primeira edição da IMOV — Feira de Imobiliárias e Construtoras. O evento vai reunir cerca de mil opções de imóveis entre novos, na planta e prontos para morar em um mesmo lugar. Também será possível alugar ou comprar um terreno.
Outra modalidade de negócio que a feira oferecerá é o intercâmbio, ou seja, o interessado troca seu imóvel com outra pessoa que deseja mudar de cidade, estado ou país por um tempo determinado. “Esse é um formato de negócio muito comum no exterior e que está crescendo no Brasil. Deve ganhar ainda mais força com a Copa do Mundo e as Olimpíadas”, explica Ricardo Costa, diretor da Metha Produção, responsável pelo evento.
Quem comprar imóveis na feira terá facilidades de pagamento, análise de financiamento no local e brindes como TVs e automóveis. “Teremos em um mesmo espaço oportunidades de apartamentos e casas de várias empresas. Além de profissionais para orientar e analisar toda a papelada para financiamento, com ou sem o FGTS”, diz Costa.
O Carioca Shopping fica na Avenida Vicente de Carvalho, 909, Vila da Penha.
Ante a falta de infraestrutura hoteleira para abrigar as cerca de 50 mil pessoas esperadas para a Rio+20, a hospedagem domiciliar ganha força na cidade. Aproveitando a demanda não atendida pela rede convencional, moradores já estão alugando quartos e apartamentos para os turistas. Enquanto isso, a prefeitura promete lançar bem breve um site para auxiliar quem queira receber os “ecovisitantes” ou se hospedar no Rio.
O setor privado, entretanto, antecipou-se à iniciativa municipal. Desde que a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-RJ) anunciou que os 33 mil quartos disponíveis na cidade, incluindo albergues e motéis, não seriam suficientes para atender aos participantes da conferência (a taxa de ocupação já é de 95% para o período entre 13 e 22 de junho), sites de hospedagem domiciliar começaram a ser criados, facilitando a negociação entre os donos e os turistas.
Lançado em março, o site Rio Plus 20, dedicado à Rio+20, já tem cerca de 500 imóveis cadastrados, dos quais mais de 30% estão alugados. As diárias variam entre R$ 90 para quartos e R$ 3.000 para apartamentos, atraindo, principalmente, embaixadas e delegações de outros países, segundo o empresário responsável, Eduardo Serrado.
Pensando na conferência, o portal Rio Home Stay unificou recentemente sites de aluguel que oferecem cerca de 200 quartos no esquema cama e café – o anfitrião não precisa sair de casa e costuma oferecer café da manhã aos hóspedes. As diárias variam entre R$ 130 e R$ 250, e, de acordo com o administrador, Carlos Cerqueira, 75% das vagas já estão ocupadas, sendo 80% por estrangeiros.
Quem está à procura de um imóvel para morar sabe que a dificuldade para encontrar a casa própria continua no Rio de Janeiro. O preço do m² está subindo. Porém, segundo o Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro (Secovi-Rio), a variação já não é tão grande como foi um ano atrás. Segundo o Panorama do Mercado Imobiliário 2011, que será lançado no dia 27/3, o valor médio do m² para venda, na capital fluminense, subiu 15,8% de janeiro a dezembro do ano passado, enquanto no mesmo período de 2010 essa variação ficou em 42,1%.
“2010 foi o ano do boom imobiliário. Agora, vamos verificando uma estagnação, principalmente nas áreas do Leblon e Ipanema, que já estavam saturadas. Mesmo assim, há um crescimento expressivo em outras partes da cidade, como na zona norte e no Centro”, explica Maurício Eiras, coordenador estatístico do Centro de Pesquisas e Análise da Informação (Cepai), do Secovi-RJ.
Mesmo caminhando para a estagnação, a zona sul é responsável pela maior variação registrada pelo Cepai. Os apartamentos de um quarto na Lagoa tiveram valorização de 91,5%. Outro destaque fica para a Gávea, que teve variação para apartamentos de três quartos de 46% (o m² custa R$ 12,751).
Na zona norte, com investimentos em infraestrutura e o aumento no número de Unidades de Polícia Pacificadora, os bairros sofreram forte tendência de valorização. Destaque para Vila Isabel e Méier, que tiveram, respectivamente, variação do m² para venda de 46,9% (para dois quartos, indo para R$ 4,308 o m2) e 62,4% (quatro quartos foi para R$ 3,157 m2). “O mesmo vale para o Centro, por causa do Porto Maravilha e de outros projetos. O m² do apartamento de 2 quartos valorizou 65,9% (custa R$ 5,632), ante os 10,2% do ano anterior”, comenta Maurício Eiras.
Fonte: Metro Rio, Julio Calmon, 16/3/12.
No programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, do dia 20/3, foi ao ar a reportagem sobre a desarticulação da “gangue das loiras”, uma quadrilha que teria realizado mais de 50 sequestros-relâmpago em São Paulo, segundo informações da Polícia Civil.
O comentarista da emissora, Rodrigo Pimentel, aproveitou o assunto para falar de segurança em condomínios e citou o Secovi Rio e a cartilha com dicas para síndicos e moradores, a Triologia.
A dica vem em boa hora, afinal, é preciso que os síndicos fiquem atentos à invasão de bandidos, muitas vezes disfarçados de entregadores, oficiais de Justiça ou prestadores de serviços.
O consultor do Secovi Rio em segurança predial, Raimundo Castro, alerta: “É necessário criar uma rotina que assegure a tranquilidade das pessoas, o que pode ser feito com pequenas ações. Uma postura preventiva na portaria ajuda a minimizar os riscos de assalto, sem que haja necessidade de intervenção policial.”
Para auxiliar os gestores de condomínios, o Secovi Rio disponibiliza a cartilha Trilogia (versão eletrônica) através deste portal, com dicas sobre segurança predial, manutenção e prevenção de incêndio. Além disso, o Centro de Capacitação realiza de 2 a 4 de abril, de 18h30 às 21h30, o curso Segurança Predial para Condomínios Residenciais e Comerciais. Mais informações no (21) 2272-8000.
Conheça a publicação aqui e saiba como proteger os moradores do seu condomínio.
A taxa de imóveis desocupados para locação em prédios de alto padrão na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, é oito vezes superior à registrada no Centro da cidade. O índice de vacância no bairro onde se concentra o maior número de empreendimentos imobiliários em construção do município chega a 12,4% e o valor do metro quadrado varia de R$ 80 a R$ 130. Os dados fazem parte de uma pesquisa realizada pela consultoria imobiliária Binswanger Brazil, tomando como base dados coletados no quarto trimestre de 2011 referentes a imóveis de alto padrão. Já o Centro da cidade do Rio apresentou, pela pesquisa, uma taxa de vacância de apenas 1,6% e o valor do metro quadrado dos imóveis é maior, entre R$ 90 e R$ 180. O estudo aponta que há uma previsão de novo estoque de 14.600 metros quadrados na região da Barra da Tijuca em 2012, enquanto na região do Centro, o aumento de estoque em metros quadrados deverá ser de 18.700 este ano.
Fonte: Brasil Econômico, 16/3/12.
O Procon Carioca iniciará suas atividades até o final deste mês de março, será o primeiro Procon eletrônico do Brasil e funcionará 24h. O atendimento a consumidores será feito pela Central 1746, da Prefeitura do Rio, por telefone ou pelo site www.1746.rio.gov.br. Inicialmente, serão recebidas reclamações sobre filas de banco e entrega de compras feitas pela internet.
Os problemas serão encaminhados às empresas, que terão dez dias para apresentar a solução. Todas as etapas serão monitoradas pelo Procon Carioca. Na falta de solução, o órgão poderá fiscalizar e até multar quem desrespeitar o consumidor.
Para marcar o Dia Internacional do Consumidor (15 de março), a Secretaria de Proteção e Defesa do Consumidor, responsável pelo Procon Carioca, distribui durante esta quinta-feira, dia 15/3, nas ruas do Centro da cidade, uma publicação com a íntegra da Lei Federal nº 8.078/90, conhecida como Código de Defesa do Consumidor.
A iniciativa faz parte das ações a serem desenvolvidas pelo Procon Carioca para conscientizar a população sobre seus direitos. O serviço tem valorizado o atendimento eletrônico à população, a implantação de programas de educação para o consumo e fiscalização. A cidade do Rio tem cerca de 5 milhões de consumidores e esse número vem crescendo graças às grandes mudanças econômicas e sociais no Rio de Janeiro ocorridas nos últimos anos.

Os moradores de 66 cidades do Rio de Janeiro que são atendidos pela distribuidora Ampla vão pagar em média 6,68% mais caro pela energia elétrica a partir de quinta-feira 15 de março. O reajuste foi aprovado no dia 13/3 pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Para as residências, o aumento será de 6,28% e para as indústrias, de 7,7%. A Ampla atende 2,7 milhões de unidades consumidoras.
Segundo a Aneel, os índices de reajuste são calculados considerando a variação de custos que a empresa teve no período. A fórmula inclui custos de distribuição, sobre os quais incide o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) e o Fator X, que é calculado com base na produtividade das concessionárias e determina a redução que deve ser aplicada no cálculo do reajuste da tarifa.